Desobediência civil

Fonte: Wiki Contra o Acordo Ortográfico
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No sistema de educação[editar | editar código-fonte]

Questionado sobre se uma nova mudança na forma de escrever não ia confundir os alunos, o responsável disse que “regressar a uma grafia correcta e não responsável por novos erros é sempre positivo. Quando foi feita esta resolução do Conselho de Ministros também ninguém questionou se seria penoso para as crianças”.

De acordo com Artur Magalhães Mateus, a vantagem da mudança é uma grafia “muito mais lógica, mais fácil de aprender, e que não causa erros como a de agora”, tanto mais que, com o AO-90, há palavras que estão a ser escritas e acentuadas de forma errada.

A Resolução n.º 87/2011, do Conselho de Ministros (do XVIII Governo Constitucional, liderado por José Sócrates) mandou aplicar o AO-90 ao sistema de ensino a partir de 2011/2012.[1]

Para conseguir acabar com o acordo ortográfico todos os professores devem aderir à resistência contra o acordo ortográfico.

Foi por via das escolas e da obrigatoriedade de usar a nova ortografia nas escolas que os seus defensores desferiram o golpe mortal.

Dentro de alguns anos, todos os portugueses passarão pela escola toda com a nova ortografia, e as suas excepções de editores e jornais, e autores, que rejeitam a nova ortografia serão cada vez mais isso mesmo: excepções. Por isso, o primeiro passo é conseguir impedir, extinguir ou pelo menos agitar o uso da nova ortografia nas escolas. Sem isso, faça-se o que se fizer, perde-se quase certamente a batalha.

Problema[editar | editar código-fonte]

Os professores são obrigados por imposição legal a ensinarem os programas do Ministério da Educação. Mas são muitos os professores contra o acordo ortográfico de 1990.

Estratégia[editar | editar código-fonte]

Ensino da grafia sem acordo[2] juntamente com o acordo, a pretexto de enquadramento histórico.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Jornal de Notícias (Moçambique), artigo de 21 de Novembro de 2016
  2. «"O que tenho feito com os meus alunos é escrever nos testes uma notinha a dizer que os mesmos são escritos com o antigo acordo ortográfico, e vou continuar a fazer o mesmo, apesar desta obrigatoriedade. Se os meus alunos escreverem com o novo acordo, não os penalizo nos testes, mas se escreverem com o antigo, também não. [...] Só corrigirei os erros, não os acordos ou a falta deles”, explica, salientando que tem conhecimento de “mais professores que farão o mesmo".» in Acordo ortográfico: Agora é obrigatório, mas não unânime