CPLP

Fonte: Wiki Contra o Acordo Ortográfico
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Escreveu um João Costa que o acordo ortográfico poderia ter um único artigo: «Reconheçam-se como válidas, em todos os países da CPLP, as normas ortográficas em vigor nos restantes países»[1]. Eis como se encontra a resistência ao acordo nos vários países da CPLP.

Angola[editar | editar código-fonte]

Não adoptou.[2] Academia de Letras de Angola desfavorável à sua implementação. Embaixada de Angola em Portugal declara estar, contudo, «em discussão».

Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, a nova ortografia foi universalmente adoptada, ou quase. Jornais, editores, órgãos do estado, universidades e escolas usam a nova ortografia. A situação não é difícil de entender: a nova ortografia foi feita a pensar na simplificação para os brasileiros, sem ter em conta as especificidades portuguesas. Por exemplo, em Portugal passa-se a escrever "espetador", em vez do antigo "espectador" (que continua a ser a ortografia no Brasil). Isto é muito estranho para um português porque irá ler naturalmente com o "e" fechado e entender que se trata de algo que espeta. No Brasil a nova ortografia não introduziu estranhezas deste género; apenas simplificou porque tirou os tremas de "conseqüência" ou o acento de "idéia", mas pouco mais.

Guiné-Bissau[editar | editar código-fonte]

Não adoptou.[2]

Macau[editar | editar código-fonte]

Não adoptado pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau. O canal português da TDM, canal público de televisão de Macau, não o adoptou. Nenhum dos jornais de imprensa escrita[3] em língua portuguesa o adoptou. No entanto, na Escola Portuguesa de Macau, que usa os manuais de ensino de Portugal, está a ser ensinada a nova ortografia.[4]

Moçambique[editar | editar código-fonte]

Não adoptou.[2]

Timor-Leste[editar | editar código-fonte]

Não adoptou.[2]

Referências[editar | editar código-fonte]